| 1. Os números de porto ("port"), ... |
são definidos pelos protocolos TCP e UDP, mas não pelo IP. |
servem para identificar máquinas numa rede. |
identificam o destino dos dados no interior da máquina. |
identificam o tipo de dados transportado por uma trama "ethernet". |
servem para identificar protocolos pertencentes a uma mesma família. |
tem de ser únicos em cada rede. |
| 2. A resolução de nomes ... |
na "internet" utiliza "broadcast" de nomes. |
tipo DNS, obriga sempre ao contacto com os dominios de topo. |
permite aos utilizadores lidarem com nomes em vez de endereços. |
apenas é necessária quando se detectam duas máquinas com o mesmo nome. |
tipo DNS, obriga a que as máquinas sejam sempre especificadas com o seu nome qualificado. |
tipo DNS, permite que várias máquinas tenham o mesmo nome não qualificado. |
| 3. O codificação de dados ... |
utiliza sempre dois níveis de sinal. |
bifásica exige a transmissão em modo assíncrono (caracteres). |
produz sempre sinais digitais. |
NRZ facilita o sincronismo de "bit". |
bifásica exige maior largura de banda do que a NRZ. |
utiliza-se em canais do tipo banda-canal. |
| 4. A rede telefónica ... |
não permite transmissões "full-duplex". |
é normalmente usada com taxa de transmissão muito superior à taxa de modulação. |
possui uma largura de banda de cerca de 64 KHz. |
apenas permite a transmissão de sinais analógicos. |
tem um comportamento "banda-base". |
permite taxas de modulação máximas de cerca de 9600 baud. |
| 5. O atraso de propagação normalizado ... |
afecta sempre de forma negativa a eficiência do controlo de fluxo. |
mede-se em segundos. |
nunca pode ser igual a um. |
pode ser igual a zero. |
numa LAN é geralmente inferior ao verificado numa WAN. |
limita o comprimento físico das redes CSMA/CD. |
|
| 6. O ARQ ("Automatic Repeat Request") contínuo, ... |
obriga à numeração dos pacotes. |
é uma técnica de controlo de fluxo. |
pode ser usado em ligações "simplex". |
só pode ser usado em ligações "full-duplex". |
usa normalmente o protocolo "janela deslizante". |
usa pacotes numerados de 0 a 1. |
| 7. Numa rede de comutação ... |
"Frame Relay Type 1" é efectuado o controlo de erros nos nós intermédios. |
"Frame Relay" os nós intermédios operam em modo "cut-through". |
em modo "store & forward" não é possível o controlo de erros nos nós intermédios. |
"Cell Relay" implementa-se um caso particular de "Frame Relay Type 2". |
de mensagens os nós operam em modo "cut-through". |
de circuitos os nós intermédios funcionam em modo "store & forward". |
| 8. O protocolo de acesso ao meio CSMA/CD ... |
procura minimizar as consequências das colisões. |
utiliza um algoritmo 1-persistente. |
procura evitar a ocorrência de colisões. |
utiliza a técnica "token-passing". |
é adequado a redes com elevado atraso de propagação. |
utiliza comutação de "tramas". |
| 9. As células das redes ATM ... |
possuem um comprimento váriavel entre 32 e 64 bytes. |
possuem um "overhead" mais elevado do que os pacotes das redes X.25. |
contêm os endereços dos nós de origem e de destino. |
possuem mecanismos de controlo de fluxo e controlo de erros. |
não necessitam de controlo de erros porque são autocorrectoras. |
sofrem atrasos relativamente pequenos nos nós intermédios. |
| 10. Nas redes ATM, ... |
os serviços de classe C são adequados a aplicações de video-conferência. |
o meio físico tem de suportar o formato das células ATM. |
os conceitos de "canal virtual" e "caminho virtual" são novos relativamente às redes X25. |
o transporte de dados IP ("Internet Protocol") pode ser assegurado por serviços de classe C. |
utiliza-se a comutação de circuitos para transferir dados. |
podem usar-se cablagens de cobre. |
| 11. Os "datagramas" IP (versão 4) ... |
podem ter comprimento superior ao MTU da rede. |
definem o tempo de vida que é incrementado em cada "router" por onde passam. |
implementam controlo de fluxo entre os nós finais. |
apenas permitem a detecção de erros no cabeçalho. |
têm um cabeçalho de comprimento fixo. |
não permitem a definição da qualidade de serviço (QoS). |